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Pelo peso significativo que detem na factura mundial energética e pelo potencial de redução de consumos energéticos que lhe estão associados, o sector da iluminação é um dos com intervenção prioritária para atingir metas de redução de consumos energéticos (International Energy Agency, 2010).
A implementação de medidas de eficiência energética na iluminação tem um potencial de redução energética bastante significativo comparando com outras áreas de utilização de energia eléctrica, uma vez que a maioria das medidas mais implementadas tem elevada viabilidade técnico-económica (Wulfinghoff, 1999).
Desde as tarefas de manutenção e limpeza, à utilização de lâmpadas e componentes mais eficientes, como os balastros electrónicos, ou a utilização de armaduras adequadas, são várias as técnicas que podem ser implementadas para reduzir o consumo na iluminação.
A realização de estudos luminotécnicos, por exemplo, revela-se também fundamental no dimensionamento da iluminação para uma espaço. O tipo de sala determina o nível de iluminação pretendido, sendo que este pode ser atingido de diferentes formas, dependendo do número e tipo de luminárias e lâmpadas utilizadas. Dependendo da geometria e características de ocupação dos espaços a iluminar, o cálculo luminotécnico poderá ser uma tarefa complexa sendo por vezes necessário recorrer à utilização de software especializado .


















